sábado, 23 de Janeiro de 2010

I don't believe you


I don't mind it
I don't mind at all
It's like you're a swingset, and I'm the kid that falls
It's like the way we fight, the times I cry, we come to blows
And every night, the passion's there, so it's gotta be right, right?

No, I don't believe you
When you say don't come around here no more
I won't remind you
You said we wouldn't be apart
No, I don't believe you
When you say you don't need me anymore
So don't pretend to
Not love me at all

I don't mind it
I still don't mind at all
It's like one of those bad dreams
When you can't wake up
Looks like You've given up, you've had enough
But I want more, no I won't stop
Cause I just know you'll come around, right?

No, I don't believe you
When you say don't come around here no more
I won't remind you
You said we wouldn't be apart
No, I don't believe you
When you say you don't need me anymore
So don't pretend to
Not love me at all

Just don't stand there and watch me fall
Cause I, cause I still don't mind it at all

It's like the way we fight, the times I cry, we come to blows
And every night, the passion's there, so it's gotta be right, right?

No, I don't believe you
When you say don't come around here no more
I won't remind you
You said we wouldn't be apart
No, I don't believe you
When you say you don't need me anymore
So don't pretend to
Not love me at all
Cause I don't believe you

sexta-feira, 8 de Janeiro de 2010

Everything - Michael Bublé



You're a falling star, you're the get away car
You're the line in the sand when I go too far
You're the swimming pool on an August day
And you're the perfect thing to say

And you play it coy, but it's kind cute
Ah, when you smile at me you know exactly what you do
Baby, don't pretend that you don't know it's true
Cause you can see it when I look at you

And in this crazy life, and through these crazy times
It's you, it's you, you make me sing
You're every line, you're every word, you're everything

You're a carousel, you're a wishing well
And you light me up, when you ring my bell
You're a mystery, you're from outerspace
You're every minute of my everyday

And I can't believe, uh that I'm your man
And I get to kiss you baby just because I can
Whatever comes our way, ah we'll see it through
And you know that's what our love can do

And in this crazy life, and through these crazy times
It's you, it's you, you make me sing
You're every line, you're every word, you're everything

So la la la la la la la
So la la la la la la la

And in this crazy life and through these crazy times
It's you, it's you, you make me sing
You're every line, you're every word, you're everything
You're every song, and I sing along
Cause you're my everything

Yeah, yeah

So la la la la la la la
So la la la la la la la la la la la

quinta-feira, 31 de Dezembro de 2009

FELIZ ANO NOVO!


Feliz Ano Novo


sábado, 26 de Dezembro de 2009

Balanço do Ano 2009



Olhando para trás, posso dizer que faço um balanço muito positivo deste ano que está prestes a terminar.
Tive tudo o que é essencial à vida, principalmente saúde.
Espero que o ano que aí vem, me dê o mesmo que me tem dado até hoje.Não posso pedir mais! Quer dizer gostava de ganhar o euromilhões... mas também não jogo!!! Ups...
O meu euromilhões é a minha vida, a minha família, porque é a maior fortuna que eu tenho!


"FELIZ 2010"

quarta-feira, 23 de Dezembro de 2009

Feliz Natal


Nascimento de Jesus


quarta-feira, 11 de Novembro de 2009

A lenda de S. Martinho



DE CAVALEIRO ROMANO A APÓSTOLO DA GÁLIA

Não podemos dizer que a vida de São Martinho «se perde na noite dos tempos», porque este santo, nascido em território do império romano - Sabaria na antiga Panónia, hoje Hungria, entre 315 e 317, foi o primeiro santo do Ocidente a ter a sua biografia escrita por um contemporâneo seu - o escritor Sulpício Severo.
Martinho era filho de um soldado do exército romano e, como mandava a tradição, filho de militar segue a vida militar, como filho de mercador é mercador e filho de pescador devia ser pescador.St. Martin and the Beggar - National Gallery of Art, Washington Martinho estudou em Pavia, para onde a família foi viver, e entrou para o exército com 15 anos, tendo chegado a cavaleiro da guarda imperial. Tinha a religião dos seus antepassados, deuses que faziam parte da mitologia dos romanos, deuses venerados no Império Romano, que, como é óbvio, variavam um pouco de região para região, dada a imensidão do Império. As Gálias teriam os seus deuses próprios, como os tinham a Germânia ou a Hispânia.
O jovem Martinho não estava insensível á religião pregada, três séculos antes, por um homem bom de Nazaré. Um dia aconteceu um facto que o marcou para toda a vida. Numa noite fria e chuvosa de Inverno, às portas de Amiens (França), Martinho, ia a cavalo, provavelmente, no ano de 338, quando viu um pobre com ar miserável e quase nu, que lhe pediu esmola e Martinho, que não levava consigo qualquer moeda, num gesto de solidariedade, cortou ao meio a sua capa (clâmide) que entregou ao mendigo para se agasalhar. Os seus companheiros de armas riram-se dele, porque ficara com a capa rasgada. Segundo a lenda, de imediato, a chuva parou e os raios de sol irromperam por entre as nuvens. Sinal do céu. Seria milagre?

MARTINHO E CONSTANTINO I

Conta a lenda, que no dia seguinte Martinho teve uma visão e ouviu uma voz que lhe disse: «Cada vez que fizeres o bem ao mais pequeno (no sentido social de mais desprotegido) dos teus irmãos é a mim que o fazes». A partir desse dia Martinho passa a olhar para os cristãos de outro modo. Recordamos que o Cristianismo teve dificuldade em se impor como religião, e que um passo importante dado, nesse sentido, foi por Constantino I, que, em 313, permite que o Catolicismo seja livremente praticado no Império. Com o tempo foi aceite como religião do Estado.
Constantino - o Grande - acreditou que o deus dos cristãos, que ele, de início associava ao Sol, o protegia e que lhe proporcionara a grande vitória contra Maxêncio, em 312. Acabará senhor absoluto do Império, tanto a Oriente, como a Ocidente, depois da vitória sobre Licínio, em 324. Consta que Constantino I terá visto no céu, antes da batalha com Maxêncio, a frase: «In Hoc Signo Vinces (Por este símbolo(cruz de Cristo) vencerás)» e daí o início da sua conversão. A testemunhar essa conversão existe o Arco de Constantino, em Roma, erigido para celebrar a vitória, onde consta a frase «por inspiração da Divindade e pela sua (de Constantino) grandeza de espírito». A testemunhar a sua conversão há o facto de o prefeiro pretoriano da Hispânia, Acílio Severo, conhecido por Lactâncio ter sido o primeiro prefeito cristão de Roma, em 326.
Constantino I fundou a cidade de Constantinopla, onde fez a nova capital do Império, na antiga Bizâncio, e mandou edificar inúmeras igrejas, para o culto cristão, por todo o Império. A cidade foi sagrada no ano 330. As mais importantes igrejas foram a basílica de Latrão, a igreja de São Pedro, em Roma, a igreja do Santo Sepulcro, em Jerusalém, bem como basílicas em Numídia e em Trèves. Deu-se origem às fundações da Igreja da Santa Sabedoria (Hagia Sophia), em Constantinopla, que, viria, em 1453 a ser tomada pelos árabes e Constantinopla passou a chamar-se Istambul. Constantino I é baptizado no leito de morte, no ano de 337 e sepultado na basílica dos Apóstolos naquela cidade. Deixa o império dividido pelos seus três filhos Constantino II, Constâncio e Constante, que vão lutar entre si ficando senhor do Império Constâncio II.

A LENDA DE MARTINHO

Depois do encontro de Martinho com o pobre que seria o próprio Jesus, sente-se um homem novo e é baptizado, na Páscoa de 337 ou 339. São Martinho renunciando a espada. Pintura mural na Igreja de São Francisco de Assis (1317)Martinho entende que não pode perseguir os seus irmãos na fé. Percebe, que os outros são, na realidade, mais seus irmãos que inimigos. Só tem uma solução - o exílio, porque, oficialmente, só podia sair do exército com 40 anos. Hoje o sentido de irmão está, no Ocidente, perfeitamente interiorizado, mas, na época era algo de totalmente revolucionário. Era uma sociedade estratificada, e os grandes senhores, onde se incluía a classe militar, não se misturavam com a plebe, e muito menos um escravo era considerada pessoa humana. Daí Cristo ter sido crucificado. O amor entre todos, como irmãos que pregava era verdadeiramente contra os usos do tempo. Todos o que o seguiram e praticaram a solidariedade eram vistos como marginais e mais ou menos perseguidos.
Martinho, ainda militar, mas com uma dispensa vai ter com Hilário (mais tarde Santo Hilário) a Poitiers. Funda primeiro o mosteiro de Ligugé e depois o mosteiro de Marmoutier, perto de Tour, com um seminário. Entretanto a sua fama espalha-se. Muitos homens vão seguir Martinho e optar pela a vida monástica. Com o tempo, as suas pregações, o seu exemplo de despojamento e simplicidade, fazem dele um homem considerado santo. É aclamado bispo de Tours, provavelmente em Julho de 371. Preocupado com a família, lá longe, e com todo o entusiasmo de um convertido vai à Hungria visitar a família e converte a mãe.
A vida de São Martinho foi dedicada à pregação. Como era prática no tempo, mandou destruir templos de deuses considerados pagãos, introduziu festas religiosas cristãs e defende a independência da Igreja do poder político, o que era muito avançado para a época. Nem sempre a sua acção foi bem aceite, daí ter sido repudiado, e, por vezes, maltratado.

VITA MARTINI

Sulpício Severo, aristocrata romano, culto e rico fica fascinado com o comportamento pouco comum de Martinho e escreve, entre 394 e 397 a biografia, daquele que ficaria conhecido por São Martinho de Tours. A obra chama-se apenas Vita Martini (escrito em latim), livro que teve enorme repercussão no mundo medieval. Espalhou-se até Cartago, Alexandria e Síria. Sabe-se que este livro foi muitíssimo lido (Enciclopedia Cattolica, Cidade do Vaticano, 1952, p. 220), o que era difícil numa época em que os livros eram caros e quando só o clero e monarcas mais cultos os leriam, mas o certo é que foi um verdadeiro «best-seller».
Só em 357 Martinho é dispensado oficialmente do exército e continua a espalhar a sua fé. Morre em Candes, no dia 8 de Novembro do ano de 397 e o seu corpo foi acompanhado por 2 000 monges, muito povo e mulheres devotas. Chega à cidade de Tours no dia 11 de Novembro. O seu culto começou logo após a sua morte. Em 444 foi elevada uma capela no local. Não foram só as gentes das Gálias que o veneraram, o seu culto espalhou-se por todo o Ocidente e parte do Oriente. Na cidade francesa de Tours, foi erguida uma enorme basílica entre 458 e 489 que viria a ser lugar de peregrinação, durante séculos. Em França há perto de 300 cidades e povoações com o nome de São Martinho e, em Portugal, numa breve contagem, descobrimos 60. É, no entanto, importante frisar que nem todas serão evocações de São Martinho (o da capa), mas também de São Martinho de Dume (na região de Braga), também originário da Hungria (séc. VI).
Por toda a Europa os festejos em honra de São Martinho estão relacionados com cultos da terra, das previsões do ano agrícola, com festas e canções desejando abundância e, nos países vinícolas, do Sul da Europa, com o vinho novo e a água-pé. Daí os adágios «Pelo São Martinho vai à adega e prova o teu vinho» ou «Castanhas e vinho pelo São Martinho».

Fonte: O Leme

domingo, 8 de Novembro de 2009

Pão!

Adoro pão! Então quando vejo receitas de pão não resisto e experimento.
Não é este o caso, visto que ainda não experimentei, mas lá chegarei.
Vou publicar esta receita de pão, que vi nos Se7e Pecados, para preparar mais tarde.
Bom apetite!

sábado, 7 de Novembro de 2009

Fado do Encontro



Vou andando, cantando
Tenho o sol à minha frente
Tão quente, brilhante
Sinto o fogo à flor da pele
Tão quente, beijando
Como se fosses tu

Ao longe, distante
Fica o mar no horizonte
É nele, por certo
Onde a tua alma se esconde
Carente, esperando
Esse mar és tu

Pode a noite ter outra cor
Pode o vento ser mais frio
Pode a lua subir no céu
Eu já vou descendo o rio...

Na foz, revolta
Fecho os olhos, penso em ti
Tão perto, que desperto
Há uma alma à minha frente
Tão quente, beijando
Por certo que és tu

Pode a lua subir no céu
E as nuvens a noite toldar
Pode o escuro ser como breu
Acabei por te encontrar

Vou andando, cantando
Tive o sol à minha frente
Tão quente, brilhando
Que a saudade me deixou
Para sempre,
Por certo
O meu Amor és tu.

quinta-feira, 22 de Outubro de 2009

Truques e Dicas IV



1. Para separar 2 copos de vidro que não descolam, coloca-se um pouco de gelo no copo que está dentro e mergulha-se o outro em água morna, a diferença de temperatura faz separa-los.

2. Para limpar os vidros nada melhor que utilizar ingredientes que todas nós temos em casa: mistura-se 2 partes de água e 1 parte de vinagre. Depois é só esfregar os vidros com esta mistura e com papel de jornal. Ficam super limpos e brilhantes.

3. Se notar que o seu cozinhado ficou muito gorduroso, deite um cubo de gelo na panela, pois este irá fazer com que a gordura se aglomere à sua volta; desta forma poderá removê-la com mais facilidade.

4. Para manter as bolachas frescas e crocantes por mais tempo, coloque-as num frasco com um pouco de papel de cozinha amarrotado no fundo, coloque as bolachas e feche o recipiente.

Estas dicas foram retiradas dos blogues que vou visitando, e por vezes não tomo nota dos nomes. Obrigada a todos eles por nos ensinarem coisas simples e práticas.

terça-feira, 13 de Outubro de 2009

Uma Prenda!

ENFIM "SOS": Desanuviar
E a fim de desanuviar e visto que hoje és uma menina pequenina envio-te uma prenda muito especial:
Indefinição
A decrepitude leva-nos ao promontório
da discrepância alienada ao despautério
encrespado, que dá a dialéctica da exacerbância
frustrada, isto por não atingirmos o prazer
extasiante e divinal contraído pela gradação
da retórica coloquial mais solene e perifrástica do ser...
A metamorfose hiperbólica da animização
personificada pelo ser em estado antitético
e fora do alcance periférico, traduz-se pela
plenitude dos nossos desejos mais íntimos e secretos.
A sobrenaturalidade da inconstância irracional
advém dos valores anímicos produzidos num antro
de desqualificação do marasmo primordial.
A ambiguidade do ser é idêntica à desmoralização
dada através dos factos ocultos à alma.

Espero que te lembres deste "poema".
Que ricas aulas de filosofia... pelo menos enriquecemos o vocabulário!!
PARABÉNS